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<journal-title>London Journal of Humanities and Social Science</journal-title>
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<issn publication-format="print">2515-5784</issn>
<issn publication-format="electronic">2515-5792</issn>
<publisher><publisher-name>JournalsPress</publisher-name></publisher>
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<article-id pub-id-type="doi">10.34257/LJRHSS228030UK</article-id>
<article-id pub-id-type="publisher-id">228030</article-id>
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<article-title>Justiça Restaurativa e Violência Contra Crianças e Adolescentes: Busca Pela Superaçao da Cultura Punitiva no Ambiente Social Infanto-Juvenil</article-title>
<subtitle>Restorative Justice and Violence Against Children and Adolescents: The Search to Overcome the Punitive Culture in the Social Environment of Children and Youth</subtitle>
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<contrib contrib-type="author"><name><surname>Silva</surname><given-names>Jaqueline Lagoa e</given-names></name><contrib-id contrib-id-type="orcid">0009-0000-6162-6195</contrib-id><xref ref-type="aff" rid="aff1" />
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<contrib contrib-type="author"><name><surname>Lago</surname><given-names>Andréa Carla Pereira</given-names></name><xref ref-type="aff" rid="aff2" />
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<aff id="aff1">United States, Universidade Unicesumar</aff>
<aff id="aff2">Brazil, Unicesumar</aff>
<volume>26</volume>
<issue>8</issue>
<abstract><p>O presente artigo tem por objeto de estudo a violência infanto-juvenil e o instituto da Justiça Restaurativa. Nesse sentido, o objetivo deste estudo é analisar o fenômeno social da violência contra crianças e adolescentes na sociedade brasileira e averiguar se a Justiça Restaurativa é um mecanismo mais adequado e eficaz ao enfrentamento desse tipo específico de violência do que o modelo tradicional, já existente. Isso porque, o escopo do procedimento restaurativo não é somente a responsabilização do ofensor pela violência que praticou, mas também possibilitar que a vítima possa superar o trauma que sofreu por meio da reparação de seus danos (materiais, físicos e psíquicos), além de recompor as relações sociais rompidas, já pensando nas suas implicações para o futuro, como a não reincidência. Para tanto, a metodologia utilizada é do método de abordagem dedutivo, de procedimento histórico e comparativo, de explanação jurídico interpretativa, exegética, sistemática e crítica, fundamentado na pesquisa bibliográfica nacional e estrangeira sobre o tema. Quanto aos resultados, a pesquisa revelou que meninas são as que mais sofrem com violências de cunho sexual e que a justiça restaurativa se mostra a forma mais adequada para responsabilizar e reinserir o agressor no ambiente social, bem como restaurar, ressarcir e recuperar a vitima.</p></abstract>
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<kwd>Criança e Adolescente</kwd>
<kwd>Violência Infanto-juvenil</kwd>
<kwd>Justiça Restaurativa</kwd>
<kwd>Violência contra criança e adolescente.</kwd>
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<title>Full Text</title>
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